Unsplashed background img 1
Sistema Unimed
Live da Unimed do Brasil esclarece testes da COVID-19

O dilema dos testes para COVID-19 foi o tema da live promovida em 21 de julho, pelas diretorias de Gestão de Saúde e de Intercâmbio da Unimed do Brasil. O encontro virtual esclareceu a prática de diagnósticos da doença e desmistificou as possibilidades oferecidas pelo mercado.

“Existem várias maneiras de fazermos diagnósticos em medicina. Nós vivemos em um país muito grande e cada região tem sua característica, de modo que a conduta adotada em uma região pode não ser aplicável para outra. Com o passar dos meses da pandemia, muitas são as dúvidas sobre os exames de laboratório que surgiram”, comentou o diretor de Gestão de Saúde, Orlando Fittipaldi Junior.

Ele e o diretor de Intercâmbio, Marcelo Mergh Monteiro, deram boas-vindas às pessoas que acompanhavam a live e ressaltaram a importância de esclarecer as dúvidas sobre os exames da COVID-19. “Ao ampliar o conhecimento, a gente contribui para o desenvolvimento de todos e aprimora ainda mais a assistência à saúde que entregamos a todos que acreditam na marca Unimed”, pontuou Monteiro.

Apresentado pela gerente de Gestão de Saúde da Confederação, Lucia Cristina Manoel de Macedo, e mediado pelo assessor médico, Francisco Lima, o debate contou com as participações da médica infectologista e consultadora da Unimed do Brasil, Clarice Petramale, e do diretor de Prevenção e Promoção à Saúde da Unimed Curitiba, Jaime Rocha.

Clarice Petramale contextualizou o novo coronavírus e explanou sobre as limitações e indicações dos exames PCR-RT, padrão ouro na detecção da COVID-19, e dos testes sorológicos. Em sua fala, ela questionou sobre a necessidade de realização dos testes rápidos, atrelando-os ao anseio pelo “passaporte de imunidade”. “Quem lucra com isso? Somente os laboratórios que os realizam e os políticos que têm interesses nesses movimentos”, disse, enfatizando as possibilidades desses exames apresentarem falsos resultados.

Com esse gancho, e sobre as orientações para evitar resultados falsos negativos ou positivos, Jaime Rocha comentou alguns critérios para realização dos exames, como o PCR ser mais eficaz durante a fase aguda da doença e a sorologia ser o mais indicado para quem passou, no mínimo, de duas semanas após o fim dos sintomas da COVID-19. “Independentemente dessas orientações, é necessário checar o laboratório que fará o exame e a metodologia utilizada por ele”, destacou.

Clique aqui para assistir a live na íntegra.

Voltar